Visitas e Usos Espontâneos

Endereço

Rua Pedroso, 238
Bela Vista
São Paulo – SP
CEP 01322-010

Próximo ao metrô São Joaquim – Linha 1 Azul

Abertura do galpão

quarta-feira e sexta-feira: das 9h às 17h
quinta-feira: das 9h às 20h
sábado: das 9h às 17h
feriado: fechado

Visitas ao pátio de casas

quintas e sextas: 16h
sábados: 14h

A Vila Itororó não abre aos feriados. Nas visitas ao pátio é obrigatório o uso de calçado fechado. Em caso de chuva as visitas ao pátio serão suspensas.

Sobre as visitas ao pátio de casas

As visitas ao pátio de casas compartilham o andamento do processo de restauro e descrevem a formação da Vila Itororó, que contém um pouco da formação da própria cidade de São Paulo. O visitante tem acesso às muitas histórias que compõem a Vila: a sua concepção como uma “casa-monumento” cercada por casas de aluguel, a questão da água como elemento estruturante da Vila, o Clube Éden Liberdade e a resistência das famílias que viveram nas últimas décadas na Vila. O público é estimulado a imaginar, debater e tomar parte nas discussões sobre os usos futuros da Vila, de modo que o sentido da preservação de um patrimônio público seja apropriado coletivamente.

Duração: até 1h30
Limite de público: até 30 pessoas

Ingressos: A visita é gratuita. Para participar não é necessário agendamento prévio, a não ser que se trate de um grupo formado por mais de 15 pessoas. Basta chegar ao canteiro (que tem entrada pela Rua Pedroso, 238) um pouco antes do horário de início. No caso de grupos formados por mais de 15 pessoas, usar a nossa página de contato para agendar data e horário de uma visita.

Normas de segurança: Não é possível se juntar ao grupo uma vez iniciada a visita. É preciso usar capacetes – que são oferecidos no local – e estar com calçados fechados.

Fotografias: É permitido tirar fotografias durante as visitas.

Para mais questões, visite a página de perguntas frequentes.

Sobre o galpão

O canteiro de obras da Vila Itororó compreende tanto a área do pátio e dos edifícios da Vila, onde acontece o restauro propriamente dito, como o galpão com entrada pela Rua Pedroso, 238, que funciona no momento como única entrada da Vila Itororó. Os horários de abertura do canteiro como um todo não devem ser confundidos com os horários específicos de visitas ao pátio de casas da Vila. A parte do canteiro que fica aberta a maior parte do tempo ao público é o galpão, de onde é possível se ter uma visão panorâmica da Vila.

Esse galpão, dos anos 1920, foi desapropriado, entre outras razões, para criar um quarto acesso à Vila Itororó, que já possuía acesso às três outras ruas da quadra onde está localizada. Ali estão os escritórios da obra, as áreas de uso da equipe de ativação cultural e dos trabalhadores da obra de restauro, uma marcenaria, uma biblioteca e uma cozinha.

No canteiro de obras foi instalado um centro cultural temporário. As experimentações diversas e os debates públicos realizados nesse galpão irão inspirar os usos futuros da Vila. Para que esses usos sejam diversos, abrangentes e mesmo surpreendentes, uma das propostas curatoriais para o espaço foi pensar o galpão como uma grande praça pública aberta a usos espontâneos pelo público.

Como usar o espaço

As regras gerais de uso desse espaço são:

1) As ações devem acontecer nos horários de abertura e nos espaços determinados pela equipe de ativação cultural (não é possível reservar uma área no galpão);
2) Não podem ter natureza ou fins comerciais, publicitários ou partidários;
3) Cada indivíduo/grupo deve respeitar os demais indivíduos/grupos que usam o espaço, aí incluídos trabalhadores permanentes do canteiro (ex: é possível realizar atividade com aparelho ou instrumento sonoro desde que o som não atrapalhe outros usos em curso, inclusive atividades no escritório da obra*);
4) Não são acolhidas feiras, exposições ou apresentações diversas como parte dos usos espontâneos. São priorizados processos e ensaios, não resultados, por se tratar de um canteiro de obras onde tudo – incluindo a própria noção de cultura – está em construção.
5) As regras coletivas podem ser revistas e repensadas pelo público junto à equipe de ativação cultural e novas regras podem ser criadas, a partir de inspirações, necessidades e problemas que surgirem dos próprios usos.

*O volume de som permitido será determinado por integrante da equipe de ativação cultural presente no galpão. Quando uma atividade precisar de som em volume alto para acontecer, essa atividade não pode integrar os usos espontâneos do espaço, sendo necessária uma conversa prévia com a equipe de ativação cultural, para ver se é possível agendar a atividade em data(s) específica(s). A ideia é que nenhuma atividade espontânea se sobreponha a todas as demais.